Uma ficha que não chega a existir
A pesquisa da loja corre sobre as referências que os fornecedores lhe servem. A nossa não é uma delas, e é por isso que a consulta devolve zero resultados em vez de «esgotado».
Escreva «DiaFlex Forte» na pesquisa da loja do Celeiro e não aparece nada nosso. Não é rutura de stock nem uma falha da pesquisa: não vendemos a distribuidores nem a lojas de retalho, e uma loja só lista aquilo que consegue encomendar a um fornecedor. Em seguida, tudo o que pode confirmar num minuto.
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Não, e a resposta não depende do dia. Nunca registámos o produto para distribuição em Portugal, por isso não consta do catálogo do Celeiro nem do de qualquer outra cadeia. Pesquisar por «DiaFlex», por «DiaFlex Forte» ou pelos extratos da fórmula devolve sempre o mesmo: nada que seja nosso.
Fabricamos nós e enviamos nós. Cada embalagem sai de um único armazém e de um único lote em circulação, com a mesma data de fabrico. É exatamente esse controlo que se perde quando a venda passa para uma cadeia de intermediários.

O que dizemos ao telefone a quem nos pergunta por esta cadeia.
Uma cadeia de lojas constrói o catálogo com aquilo que os fornecedores lhe servem. Cada referência entra com o seu código, a sua ficha e o seu preço de venda, e desaparece da pesquisa quando o fornecedor deixa de a servir. Nunca entrámos nesse circuito: não há código nosso no sistema, logo não há ficha para mostrar nem aviso de «disponível em breve» que possa aparecer um dia.
O Celeiro é uma cadeia legítima e faz o seu trabalho com aquilo que tem em catálogo. O nosso canal é simplesmente outro: da nossa linha de produção para o armazém e do armazém para a sua porta, sem nenhum elo pelo meio a acrescentar margem e semanas de prateleira.
Também não é uma fase de transição. Manter um só lote em circulação é o que nos permite garantir que a embalagem aberta hoje contém o mesmo que a que enviámos na semana passada. Os 39 € são consequência do mesmo modelo, e o número decompõe-se em preço.
A fórmula leva extratos com o teor de substância ativa declarado: 250 mg de canela 4:1, 140 mg de melão amargo 10:1 e 80 mg de banaba com 1% de ácido corosólico em cada comprimido de 500 mg. Padronizar só serve para algo se esse teor for o mesmo na embalagem que chega às mãos de quem compra.
Com um armazém e um lote em circulação, o histórico da embalagem que recebe cabe numa linha: foi fabricada, ficou aqui e saiu quando a sua encomenda entrou. Num catálogo de loja essa linha resume-se a um código de fornecedor, e o resto deixa de estar à vista de quem compra.


O que fica no lugar da ficha de produto que procurou.
A pesquisa da loja corre sobre as referências que os fornecedores lhe servem. A nossa não é uma delas, e é por isso que a consulta devolve zero resultados em vez de «esgotado».
Sabemos de que lote saiu a sua embalagem e em que dia foi fabricada. Numa prateleira abastecida por terceiros esse histórico deixa de acompanhar a caixa.
Fabricamos em Itália e expedimos de um só armazém. Entre a linha de produção e a sua porta não há armazenista, cadeia nem loja.
Para existir um preço nessa cadeia teria de existir primeiro a referência no catálogo dela, e não existe. O único valor por que respondemos é o deste site: 39 €, entrega incluída.
Quem publica esses números não é o Celeiro nem somos nós; desmontamo-los um a um em de onde vêm aqueles preços.
78 € preço de catálogo
39 € o nosso preço
Nome e telefone. A morada e o dia combinam-se na chamada.
Não. Não consta do catálogo do Celeiro porque não vendemos a distribuidores nem a lojas de retalho, e uma loja só lista o que consegue encomendar a um fornecedor. Vendemos apenas aqui, e a caixa sai do nosso armazém direta para a sua morada.
Porque uma loja só publica referências que consegue encomendar a um fornecedor, e o nosso produto não está no catálogo de nenhum. Não há ficha, não há código e não há aviso de disponibilidade futura.
Não. O pedido especial de uma loja passa pelos fornecedores que já a abastecem, e nós não abastecemos nenhum. Sem referência para pedir, o pedido não chega a ser feito.
Nenhum dos que circulam. Sem referência em catálogo, essa cadeia não atribui valor nenhum ao produto. Aqui, a embalagem de 20 comprimidos custa 39 €.
Não está previsto. A venda direta é uma decisão de fabrico: mantemos um só lote em circulação e sabemos de onde saiu cada caixa, o que deixa de ser possível quando a distribuição passa por terceiros.
Numa loja leva o que o fornecedor pôs na prateleira; aqui recebe uma caixa do lote que está a sair esta semana. O que não tem é a compra ao balcão: isso não lhe podemos dar.