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DiaFlex Forte composição — o que leva cada comprimido

Três extratos vegetais e 30 mg de excipientes em cada comprimido de 500 mg. Em seguida cada ingrediente com a sua dose, a sua padronização e a razão de ter essa massa e não outra.

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DiaFlex Forte — 20 comprimidos × 500 mg, Fabricado em Itália

Ingredientes e doses em mg por comprimido

Massa por comprimido e na dose diária completa, ou seja em dois comprimidos.

Extrato de casca de canela

Cinnamomum cassia · 4:1

250mg

A dose mais alta do comprimido — 250 mg

A canela é a matéria-prima vegetal mais bem documentada nas fórmulas de apoio ao metabolismo dos hidratos de carbono. Usamos extrato 4:1: 250 mg equivalem a 1 g de casca seca. Dois comprimidos dão 500 mg de extrato por dia.

Extrato de melão amargo

Momordica charantia · 10:1

140mg

Segundo pilar da fórmula — 140 mg

Momordica charantia, consumida na Ásia como legume. O nosso extrato 10:1 concentra a matéria-prima dez vezes, por isso 140 mg bastam onde o fruto em pó exigiria 1,4 g. Dose diária: 280 mg.

Extrato de folha de banaba

Lagerstroemia speciosa · 1% corosolic acid

80mg

Padronizado em 1% de ácido corosólico — 80 mg

A folha de Lagerstroemia speciosa é fonte de ácido corosólico. Aqui a padronização pesa mais do que a massa: 80 mg de extrato padronizado dão um teor de substância ativa repetível, coisa que um simples pó da planta não garante.

Ingrediente Padronização Por comprimido Dose diária
Extrato de casca de canela
Cinnamomum cassia
4:1 250 mg 500 mg
Extrato de melão amargo
Momordica charantia
10:1 140 mg 280 mg
Extrato de folha de banaba
Lagerstroemia speciosa
1% corosolic acid 80 mg 160 mg
Total de substâncias ativas 470 mg 940 mg
HPMC + E 470b 30 mg 60 mg

500 mg / comprimido 1000 mg / 24 h 20 comprimidos · 10 dias de utilização

Excipientes: HPMC (hidroxipropilmetilcelulose) como agente de revestimento do comprimido e sais de magnésio de ácidos gordos (E 470b) como antiaglomerante. Sem glúten, lactose, açúcar nem corantes.

Padronização do extrato: porque a massa não basta

Nos rótulos de suplementos costuma constar apenas a massa: «extrato de folha de banaba 200 mg». Esse número não diz nada enquanto não se souber quanta substância ativa contém. Dois extratos de 200 mg podem diferir dez vezes no teor.

Por isso padronizamos o nosso extrato de banaba em 1% de ácido corosólico. 80 mg desse extrato dão um teor repetível em cada comprimido e em cada lote. Um extrato de 200 mg sem padronizar pode dar menos.

Na canela e no melão amargo indicamos a relação de extração: 4:1 e 10:1. Significa que 250 mg de extrato de canela equivalem a 1 g de casca seca e 140 mg de extrato de melão amargo a 1,4 g de matéria-prima. Dizemos também o que essa matéria-prima traz consigo: o composto característico da casca de canela é o cinamaldeído, acompanhado da fração polifenólica da casca; o melão amargo contém charantina e momordicinas. Sem a relação de extração, a massa não diz quanto dessa matéria-prima está no comprimido.

Onde produzimos e o que controlamos em cada lote

A extração e o enchimento fazem-se nas nossas instalações italianas: o DiaFlex Forte é fabricado em Itália pela DiaFlex Nutraceutics.

Cada lote de produto acabado passa um controlo de identidade da matéria-prima e de teor de substância ativa. Só depois entra no armazém de onde saem as encomendas.

  • Extração e embalamento: Itália
  • Controlo do teor de ácido corosólico no produto acabado
  • Um só lote em circulação — um só armazém de envios
Matérias-primas do DiaFlex Forte: paus de canela, melão amargo cortado e folhas frescas de banaba

A composição em números: 470 mg de ativos por comprimido

Peso do comprimido
500 mg
Substâncias ativas
470 mg (94% do peso do comprimido)
Excipientes
30 mg — revestimento HPMC + E 470b
Extrato de casca de canela
250 mg (4:1)
Extrato de melão amargo
140 mg (10:1)
Extrato de folha de banaba
80 mg (1% ácido corosólico)
Dose diária de substâncias ativas
940 mg
Alergénios
Sem glúten nem lactose
Açúcar, corantes, aromas
Não contém

O que não há na composição

O DiaFlex Forte não leva crómio nem picolinato de crómio, berberina, ácido alfa-lipoico, extrato de cardo-mariano, Gymnema sylvestre, inulina, zinco nem vitamina B6. Não é esquecimento: preferimos três extratos padronizados com a dose escrita no rótulo a uma lista comprida de ingredientes em quantidades pequenas demais para as indicarmos a sério. Se na embalagem que está a ver aparecem esses ingredientes, não é a nossa fórmula, apesar do nome parecido.

O produto mais confundido com o nosso é um preparado de «60 cápsulas, extrato de cardo-mariano» que circula em marketplaces. Outra composição, outro fabricante.

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O que diz uma proporção de extração 4:1 — e quanta planta seca está em cada cápsula

Num rótulo de extratos vegetais, a proporção de extração é o número que mais gente lê mal. 4:1, 10:1, 20:1: parece uma hierarquia, em que quanto maior o número melhor o extrato. Não é. A proporção diz quantas partes de planta seca entraram no processo para dar uma parte de extrato. Diz o que entrou, não o que saiu.

Na nossa fórmula a conta faz-se de cabeça. Cada unidade leva 250 mg de extrato de casca de Cinnamomum cassia a 4:1 — quatro partes de casca seca para uma parte de extrato. Esses 250 mg correspondem a 1 g de casca seca. Na dose diária de duas unidades são 500 mg de extrato, equivalentes a 2 g de casca.

O extrato de fruto de Momordica charantia é 10:1. Os 140 mg por unidade correspondem a 1,4 g de fruto seco; a dose diária de 280 mg corresponde a 2,8 g. É a mesma aritmética, com outro divisor, e é por isso que 140 mg de momordica trazem atrás mais matéria-prima do que o número solto sugere.

O que a comparação entre 4:1 e 10:1 não autoriza é a conclusão fácil: que o segundo extrato é duas vezes e meia mais concentrado do que o primeiro. A proporção depende do solvente, da parte da planta e do lote de matéria-prima. Um 10:1 garante que entraram dez quilos de fruto por cada quilo de extrato; não garante um miligrama que seja de um composto em concreto. Quem quer saber quanto de um composto está dentro da cápsula tem de olhar para outra coisa — a padronização — e nós declaramo-la apenas onde a temos.

Somados, os três extratos dão 470 mg por unidade: 250 de cassia, 140 de momordica, 80 de banaba. Com 30 mg de excipientes fecham-se os 500 mg da cápsula. Duas unidades por dia são 1000 mg. Uma embalagem de 20 unidades cobre dez dias; um ciclo de 30 dias corresponde a três embalagens.

Ficha de matéria-prima: planta, parte utilizada, proporção e equivalente em planta seca

Esta é a folha que consultamos quando compramos. Publicamo-la tal como a lemos: uma espécie botânica por linha, a parte da planta, a proporção de extração e o que isso significa em planta seca por cada unidade.

Planta (nome botânico)Parte utilizadaProporção de extraçãoEquivalente em planta seca por unidadePadronização
Cinnamomum cassiaCasca4:1250 mg de extrato = 1 g de casca secaSem padronização declarada
Momordica charantiaFruto10:1140 mg de extrato = 1,4 g de fruto secoSem padronização declarada
Lagerstroemia speciosa (banaba)FolhaNão declarada — extrato de folha padronizado, 80 mgNão aplicável: declaramos teor, não proporção1% de ácido corosólico = 0,8 mg por unidade

Total de extratos: 470 mg por unidade, 940 mg na dose diária de duas unidades. Fabrico: Itália, DiaFlex Nutraceutics.

Porque é que só a banaba leva percentagem: 1% de ácido corosólico, 0,8 mg por cápsula

Padronizar um extrato é comprometer-se com um teor: escolher um composto, medi-lo e responder por ele lote após lote. Sem composto identificado e sem método, uma percentagem no rótulo é decoração tipográfica.

A folha de Lagerstroemia speciosa é a única das três matérias-primas que declaramos padronizada: 80 mg de extrato de folha padronizado a 1% de ácido corosólico. A conta está à vista de qualquer pessoa. Um por cento de 80 mg são 0,8 mg de ácido corosólico por unidade. Em duas unidades por dia, 1,6 mg. Escrevemos os três números — 80 mg, 1%, 0,8 mg — porque é o terceiro que responde à pergunta e é justamente o que quase nunca aparece escrito.

Para a cassia e para a momordica declaramos proporção e não percentagem. É uma escolha, não um esquecimento. São matrizes com muitos compostos e sem um marcador único consensual: a casca de cassia traz cinamaldeído, taninos e cumarina; o fruto de momordica traz triterpenos do tipo cucurbitano. Fixar uma percentagem obriga a fixar um alvo analítico e a garanti-lo em cada lote. Onde não fixámos esse alvo, não escrevemos percentagem nenhuma.

A regra de leitura que aplicamos a nós próprios serve para qualquer rótulo do mercado. Uma percentagem sem composto nomeado não diz nada. Uma proporção de extração sem percentagem é honesta sobre aquilo que declara: quantidade de matéria-prima, não teor de molécula. O erro está em ler a segunda como se fosse a primeira.

Cinnamomum cassia não é canela-do-ceilão: cumarina e a dose diária tolerável

Duas espécies diferentes partilham a mesma palavra. Cinnamomum verum é a canela-do-ceilão. Cinnamomum cassia é outra espécie, e é a que usamos. Está no rótulo com o nome botânico completo, não com a palavra genérica.

A diferença que interessa nesta página é a cumarina. A casca de cassia contém cumarina; a casca de Ceilão contém-na em quantidade muito menor. A EFSA fixou para a cumarina uma dose diária tolerável de 0,1 mg por quilograma de peso corporal por dia — para um adulto de 70 kg, 7 mg por dia.

Não publicámos qualquer medição de cumarina no nosso extrato, e não escrevemos aqui um valor que não medimos e publicámos. Declaramos a espécie, a parte da planta, a proporção, a quantidade por unidade e a dose diária. Quem compra um produto de cassia tem de saber que está a comprar cassia — essa é a informação que nos compete dar.

É também por isto que a dose diária está escrita e fechada: duas unidades, 1000 mg. Não «uma a três», não «conforme a necessidade». Uma dose diária só funciona como limite se estiver escrita e for cumprida. A embalagem de 20 unidades dura exatamente dez dias a duas por dia: o formato é uma consequência da dose, não uma decisão comercial.

E a cassia não entra apenas por suplementos. Grande parte da canela em pó vendida para cozinha é cassia. Quem conta o que toma deve contar também o que come.

Os 30 mg que não são planta: cápsula de HPMC e E 470b

Entre os 470 mg de extratos e os 500 mg totais há 30 mg. São dois excipientes, ambos declarados, e nenhum deles está ali para figurar na lista de ingredientes ativos.

Total por unidade
500 mg: 470 mg de extratos vegetais e 30 mg de excipientes.
Invólucro da cápsula
HPMC — hidroxipropilmetilcelulose, obtida a partir de celulose vegetal. Sem gelatina, pelo que a cápsula é adequada a vegetarianos.
Agente de fluxo
Sais de magnésio de ácidos gordos (E 470b). Mantém o pó a correr de forma uniforme no enchimento, para que todas as cápsulas saiam com o mesmo peso.
O que o E 470b não é
Nesta quantidade não é uma fonte de magnésio e não o apresentamos como tal. É um auxiliar de processo, contado dentro dos 30 mg.
Dose diária
Duas unidades, 1000 mg.
Embalagem e ciclo
20 unidades correspondem a dez dias. Um ciclo de 30 dias corresponde a três embalagens.
Fabrico
Itália, DiaFlex Nutraceutics.

Os 500 mg estão todos declarados: o que não pusemos na cápsula

470 mg de extratos mais 30 mg de excipientes são 500 mg. A soma fecha, e há uma só maneira de a ler: dentro da cápsula não sobra espaço por declarar.

Não usamos fórmula proprietária — a prática de agrupar as plantas sob um total único, sem dizer quanto entra de cada uma. Quem escreve «complexo botânico 470 mg» está a escrever o mesmo total que nós, com a diferença de que ninguém consegue fazer as contas por trás dele. Nós escrevemos 250, 140 e 80 precisamente para que as contas se façam: 1 g de casca, 1,4 g de fruto, 0,8 mg de ácido corosólico.

Também não há gelatina. O invólucro é HPMC, celulose vegetal, e é assim porque a cápsula é parte da fórmula e não uma embalagem descartável do conteúdo.

O nosso rótulo dá, por linha, a espécie botânica, a parte da planta, a proporção de extração e — onde existe — a percentagem com o composto nomeado. É o mínimo que um fabricante deve a quem lê antes de comprar.

Perguntas sobre a composição e os alergénios

Qual é a composição do DiaFlex Forte?

Um comprimido de 500 mg leva: extrato de casca de canela 250 mg (4:1), extrato de melão amargo 140 mg (10:1) e extrato de folha de banaba 80 mg padronizado em 1% de ácido corosólico. Os restantes 30 mg são revestimento de HPMC e sais de magnésio de ácidos gordos.

Quanta substância ativa há na dose diária?

940 mg. A dose diária são dois comprimidos, cada um com 470 mg de substâncias ativas: 500 mg de canela, 280 mg de melão amargo e 160 mg de banaba por dia.

O DiaFlex Forte contém açúcar ou glúten?

Não leva açúcar, glúten, lactose, corantes nem aromas. O revestimento do comprimido é vegetal (HPMC), pelo que o produto é adequado a vegetarianos.

O que significa padronizado em 1% de ácido corosólico?

Que em cada 100 mg de extrato de banaba há 1 mg de ácido corosólico. Com 80 mg por comprimido são 0,8 mg, e 1,6 mg na dose diária, de forma repetível em cada lote.

A composição inclui crómio ou berberina?

Não. A fórmula assenta em três extratos vegetais e não leva crómio, berberina, ácido alfa-lipoico nem cardo-mariano.

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